sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Discursos de Sathya Sai Baba - 15/02/99 - MANIFESTAÇÃO DA DIVINDADE NO LINGODBHAVA

É um realizado aquele que esquece o passado,
Não se preocupa com o futuro,
E cumpre com seus deveres no presente.
(Poema em Télugo)

Manifestações do Amor Divino!
O passado é passado, o futuro é incerto; somente o presente está em nossas mãos. É o dever principal do
homem viver no presente e compartilhar sua alegria com seus companheiros.
Para dizer a verdade, o ser humano é o mais afortunado dentre todos os seres vivos. Comparado com o
Cosmos como um todo, o homem é muito pequeno como um átomo, e, ainda assim, ele é capaz de
compreender a magnitude e a vastidão da criação, o que é sem dúvida surpreendente. Ele alcança a
imortalidade por compreender a unidade entre o microcosmo e o macrocosmo. Como mencionado por Mim,
ontem, quem quer que cultive o amor no campo de seu coração é um verdadeiro cristão, um verdadeiro sikh,
um verdadeiro hindu e um verdadeiro muçulmano. De fato, ele é um verdadeiro ser humano sobre a terra.
O Amor se Origina de Hiranyagarbha
O homem não pode existir sem amor. O Princípio do Amor é hiranyagarbha1 Este hiranyagarbha está
situado do lado direito do corpo humano, enquanto o coração físico está do lado esquerdo. O coração físico,
do lado esquerdo, deverá ser abandonado algum dia, em uma ou outra circunstância. Hiranyagarbha,
localizado à direita, está sempre bem2. Ele é imortal, eterno e envolve tudo. Ele está presente não somente
nos seres humanos, mas também nas aves, animais e em todos os outros seres vivos. Os Vedas declaram:
“Eswara sarvabhutanam” (Deus está presente em todos os seres viventes), “Isavasyam idam jagat” (Deus
permeia o cosmos inteiro). O Amor é o reflexo de hiranya e se origina dele. Os três princípios de reação,
ressonância e reflexão originaram-se do hiranyagarbha. Incapaz de reconhecer sua verdadeira identidade, o
homem desperdiça sua vida na busca de prazeres temporários, evanescentes, transitórios e efêmeros.
Como Eu lhes disse ontem, o ouro perde seu valor, brilho e identidade quando se mistura com diferentes
metais, como a prata, o cobre e o latão. Do mesmo modo, o coração perde seu valor, brilho e identidade por
conta de sua associação com as impurezas dos desejos mundanos. Esta é a presente situação desastrosa
do gênero humano. O homem se comporta como um demônio, um mau espírito, um animal, por haver
esquecido sua natureza divina. O Amor Divino se origina do hiranyagarbha. Esse divino amor vive de dar e
perdoar, enquanto que o amor egoísta vive de conquistar e esquecer. Tal amor divino é essencial para o
homem.
Aqui está um pequeno exemplo para ilustrar isso: Após Ravana ter sido morto no campo de batalha,
Hanuman foi até Sita para dar-lhe a boa nova. Sita estava exultante e começou a louvar Hanuman: “Ó
Hanuman, você é o valente (puravashoura) que invadiu Lanka em meio a todos os perigos, você é
bhadraparakrama, aquele realiza atos valorosos, que cruzou o oceano de um único salto; e você é a jóia da
coroa do clã dos macacos (kapirajashikamani), que executou os comandos de Rama.” No entanto, Hanuman
não gostou de nenhum dos títulos conferidos a ele por Sita. Ela então disse: “Ó Hanuman, jamais vi alguém
tão virtuoso como você. Não há ninguém igual a você neste mundo, em termos de força física.” Ela também
conferiu os títulos de Gunavantha (virtuoso) e Balavantha (corajoso) a Hanuman. Nenhum deles o agradou.
Finalmente, Sita abençoou Hanuman, dizendo: “Que Rama o ame para sempre e instale a Si mesmo em seu
coração.” Então, Hanuman saltou de alegria. Ele disse: “Ó mãe, não há nada maior do que o amor de Deus
neste mundo. Eu não aspiro a nenhum título. Eu rezo apenas pelo amor de Rama. Na ausência do amor do
Senhor Rama, eu não seria feliz mesmo que o mundo inteiro viesse a estar sob meu controle. Minha vida
encontrará significado somente quando eu for o receptáculo do Amor de Rama.” Um devoto tão ardente,
1 Hiranyagarbha - o Ovo ou Ventre Cósmico - que contém em si, a essência de toda a Criação.
2 Aqui, Baba faz um trocadilho com as palavras inglesas left e right. O coração físico está à esquerda (left) e deve ser abandonado (left),
e o coração espiritual está à direita (right), e está sempre bem (right).
virtuoso e valente quanto Hanuman desejava apenas o amor de Rama, e nada mais. Portanto, um devoto
sincero deve ansiar pelo amor de Deus e o amor é tudo. A qualidade humana está em cuidar do amor
internamente, falar com amor e agir com amor. Com base nisto se diz: “O estudo apropriado para a
humanidade é o homem.”

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Nosso Lar, de André Luiz e Francisco Cândido Xavier / Chico Xavier

Novo amigo
Os prefácios, em geral, apresentam autores, exaltando-lhes
o mérito e comentando-lhes a personalidade.
Aqui, porém, a situação é diferente.
Embalde os companheiros encarnados procurariam o médico
André Luiz nos catálogos da convenção.
Por vezes, o anonimato é filho do legítimo entendimento e
do verdadeiro amor. Para redimirmos o passado escabroso,
modificam-se tabelas da nomenclatura usual na reencarnação.
Funciona o esquecimento temporário como bênção da Divina
Misericórdia.
André precisou, igualmente, cerrar a cortina sobre si
mesmo.
É por isso que não podemos apresentar o médico terrestre e
autor humano, mas sim o novo amigo e irmão na eternidade.
Por trazer valiosas impressões aos companheiros do mundo,
necessitou despojar-se de todas as convenções, inclusive a do
próprio nome, para não ferir corações amados, envolvidos ainda
nos velhos mantos da ilusão. Os que colhem as espigas maduras,
não devem ofender os que plantam a distância, nem perturbar a
lavoura verde, ainda em flor.
Reconhecemos que este livro não é único. Outras entidades
já comentaram as condições da vida, além-túmulo...
Entretanto, de há muito desejamos trazer ao nosso círculo
espiritual alguém que possa transmitir a outrem o valor da
experiência própria, com todos os detalhes possíveis à legítima
compreensão da ordem que preside o esforço dos desencarnados
laboriosos e bem-intencionados, nas esferas invisíveis ao olhar
humano, embora intimamente ligadas ao planeta.
Certamente que numerosos amigos sorrirão ao contacto de
determinadas passagens das narrativas. O inabitual, entretanto,
causa surpresa em todos os tempos. Quem não sorriria, na Terra,
anos atrás, quando se lhe falasse da aviação, da eletricidade, da
radiofonia?
A surpresa, a perplexidade e a dúvida são de todos os
aprendizes que ainda não passaram pela lição. É mais que
natural, é justíssimo. Não comentaríamos, desse modo, qualquer
impressão alheia. Todo leitor precisa analisar o que lê.
Reportamo-nos, pois, tão-somente ao objetivo essencial do
trabalho.
O Espiritismo ganha expressão numérica. Milhares de
criaturas interessam-se pelos seus trabalhos, modalidades,
experiências. Nesse campo imenso de novidades, todavia, não
deve o homem descurar de si mesmo.
Não basta investigar fenômenos, aderir verbalmente,
melhorar a estatística, doutrinar consciências alheias, fazer
proselitismo e conquistar favores da opinião, por mais
respeitável que seja, no plano físico. É indispensável cogitar do
conhecimento de nossos infinitos potenciais, aplicando-os, por
nossa vez, nos serviços do bem.
O homem terrestre não é um deserdado. É filho de Deus, em
trabalho construtivo, envergando a roupagem
da carne; aluno de escola benemérita, onde precisa aprender a
elevar-se. A luta humana é a sua oportunidade, a sua ferramenta,
o seu livro.
O intercâmbio com o invisível é um movimento sagrado, em
função restauradora do Cristianismo puro; que ninguém, todavia,
se descuide das necessidades próprias, no lugar que ocupa pela
vontade do Senhor.
André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior
surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com
própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no
purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar
que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará,
sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o
próprio coração.
Guarde a experiência dele no livro dalma. Ela diz bem alto
que não basta à criatura apegar-se à existência humana, mas
precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão,
em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente
ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em
verdade, do ESPIRITISMO e do ESPIRITUALISMO, mas, muito
mais, de ESPIRITUALIDADE.
EMMANUEL
Pedro Leopoldo, 3 de outubro de 1943.

Mensagem de André Luiz
A vida não cessa. A vida é fonte eterna e a morte é jogo
escuro das ilusões.
O grande rio tem seu trajeto, antes do mar imenso.
Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos
variados e etapas diversas, também recebe afluentes de
conhecimentos, aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se
em qualidade, antes de encontrar o Oceano Eterno da Sabedoria.
Cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente
simples.
Permutar a roupagem física não decide o problema
fundamental da iluminação, como a troca de vestidos nada tem
que ver com as soluções profundas do destino e do ser.
Oh! caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração!
É mister percorrer-vos, antes de tentar a suprema equação da
Vida Eterna! É indispensável viver o vosso drama, conhecer-vos
detalhe a detalhe, no longo processo do aperfeiçoamento
espiritual!...
Seria extremamente infantil a crença de que o simples
"baixar do pano" resolvesse transcendentes questões do Infinito.
Uma existência é um ato.
Um corpo - uma veste.
Um século - um dia.
Um serviço - uma experiência.
Um triunfo - uma aquisição.
Uma morte - um sopro renovador.
Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos,
quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos
ainda?
E o letrado em filosofia religiosa fala de deliberações finais
e posições definitivas!
Ai! por toda parte, os cultos em doutrina e os analfabetos do
espírito!
É preciso muito esforço do homem para ingressar na
academia do Evangelho do Cristo, ingresso que se verifica, quase
sempre, de estranha maneira - ele só, na companhia do Mestre,
efetuando o curso difícil, recebendo lições sem cátedras visíveis
e ouvindo vastas dissertações sem palavras articuladas.
Muito longa, portanto, nossa jornada laboriosa.
Nosso esforço pobre quer traduzir apenas uma idéia dessa
verdade fundamental.
Grato, pois, meus amigos!
Manifestamo-nos, junto vós outros, no anonimato que
obedece à caridade fraternal. A existência humana apresenta
grande maioria de vasos frágeis, que não podem conter ainda
toda a verdade. Aliás, não nos interessaria, agora, senão a
experiência profunda, com os seus valores coletivos. Não
atormentaremos alguém com a idéia da eternidade. Que os vasos
se fortaleçam, em primeiro lugar. Forneceremos, somente,
algumas ligeiras notícias ao espírito sequioso dos nossos irmãos
na
senda de realização espiritual, e que compreendem conosco que
"o espírito sopra onde quer".
E, agora, amigos, que meus agradecimentos se calem no
papel, recolhendo-se ao grande silêncio da simpatia e da
gratidão. Atração e reconhecimento, amor e júbilo moram na
alma. Crede que guardarei semelhantes valores comigo, a vosso
respeito, no santuário do coração.
Que o Senhor nos abençoe.
ANDRÉ LUIZ

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Da natureza do amor...

Estes dias eu flanava num sebo quando encontrei uma edição do livro UM AMOR SEM PALAVRAS de Marina Colasanti publicado pela Melhoramentos, publicada em 1995, que pertenceu ao menino João Paulo que, na época, cursava a 4 “A”. O livro estava abandonado à procura de uma paixão, de algum amigo, de alguém que deitasse os olhos em seus escritos e o levasse para uma casa nova. Dei sorte. Meu olhar se encantou mais uma vez com as belas palavras de Marina Colasanti. Me apaixonei à primeira vista. Li, reli e ainda me encanto com ele. Aqui em casa não tenho problemas em declarar estas paixões literárias. Ana Paula não sente ciúmes. Se apaixona por eles também. Conversamos sobre os livros, nossos filhos, nossos planos, nossas dificuldades... enfim: conversamos. Mas, será possível o amor sobreviver ao silêncio? Pois esta é a grande questão levantada por Marina neste livro que tem a sombra de uma árvore como personagem principal.
Sua relação apaixonada com a árvore começava nos primeiros raios de sol. Viviam juntas, apesar de origens diferentes. “A semente trazida por vento ou bico de pássaro que havia originado a árvore não era responsável pela sombra. A semente da sombra era o sol”. No seu ofício de sombra, acolhia o gado, insetos, mantinha a terra fresca para as minhocas e dava guarida a um sapo. “Ela era o lençol escuro sobre o qual os camponeses vinham se deitar quando o sol estava alto, e onde comiam seu pão, espalhando as migalhas que as formigas viriam buscar mais tarde”. Num início de primavera nasceu uma desconfiança: a árvore não gostava dela. Senão, porquê tanto silêncio? A partir daí foi deixando seu ofício de lado até decidir abandonar a árvore e procurar outro local para sombrear. Fugiu numa noite “que é quando as sombras ficam invisíveis e se movimentam livremente”. Ganhou nova morada. Após um tempo teve notícias de sua antiga árvore. Um pássaro ali, uma brisa aqui, um grilo acolá... todos contavam como sua antiga morada estava passando sem a sombra. Não estava sendo fácil a vida daquela árvore silenciosa. As notícias fizeram renascer o amor e a vontade de estar ao lado da sua primeira grande amiga. E assim fez. Sem deixar no ar nenhuma palavra, árvore e sombra se reencontraram. “Nada parecia ter mudado. A árvore ondulou seu galhos. E, se olhou para a sombra, o fez apenas como se olhasse sua própria imagem, como se visse sua silhueta refletida num espelho. Nem por isso pesou mais o manto da sombra. (...) Era da natureza da árvore voltar-se mais para o céu do que para a terra. Era da natureza da sombra estar colada no chão e ocupar-se de pequenos seres. Era da natureza de ambas viverem assim lado a lado sem trocar uma palavra. E talvez, fosse da natureza do amor existir mesmo sem palavra alguma”.

Faz quatro dias que minha querida sombra foi dar uma volta rápida por São Paulo. Não, não brigamos. Nem pense nisso. Está lá aprendendo mais sobre o mundo dos livros. Neste período, nenhuma outra sombra ocupou seu lugar. E eu espero ansioso seu breve retorno. Nosso amor não é tão silencioso quanto o dos personagens de Marina Colasanti. Não é essa a nossa natureza. Mas, mesmo quando o silêncio impera, nosso olhar pousa um no do outro como se fosse um beijo. E eu sinto o seu amor. Da mesma forma como sinto um estrondoso amor silencioso por amigos que não vejo há tempos. Mas é um amor que sobrevive ao silêncio. Ainda bem!!!

Quanto àquele pequeno leitor, o João Paulo, já deve estar com uns 20 anos. Espero que lembre da árvore e sua sombra que um dia entraram na sua sala de aula e que fugiram para um sebo em Brasília. Hoje, pertencem ao nosso jardim, onde descansam roedores, leitores, amigos e amores. A obra também mudou de casa. Agora é publicada pela editora Global, e é facilmente encontrada na internet. As ilustrações também são da autora. Deite os olhos e aprecie sua sombra, ouça o barulho das folhas brincando nos galhos. Apaixone-se por Marina Colasanti. Hatuna Matata.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Satipatthâna Sutra - Os Fundamentos da Atenção Plena

ASSIM EU OUVI CONTAR1: Em certa ocasião o Abençoado estava vivendo na
região dos Kurus, onde havia uma cidade chamada Kammasadhamma2. Ali ele se dirigiu
aos monges assim: “Monges” – “Venerável Senhor”, responderam eles. O Abençoado
disse:
2. “Monges, este é o caminho direto para a purificação dos seres, para a superação
do sofrimento e da lamentação, para o desaparecimento da dor e da tristeza, para
aquisição do verdadeiro método, para a realização do Nirvana – os quatro fundamentos
da atenção plena.
3. “E quais são os quatro? Aqui, monges, um monge permanece contemplando o
corpo como corpo, ardente, plenamente atento e consciente, havendo deixado de lado a
cobiça e a tristeza em relação ao mundo. Ele permanece contemplando as sensações
como sensações, ardente, plenamente atento e consciente, havendo deixado de lado a
cobiça e a tristeza em relação ao mundo. Ele permancede contemplando a mente como
mente, ardente, plenamente atento e consciente, havendo deixado de lado a cobiça e a
tristeza em relação ao mundo. Ele permanece contemplando os fenômenos como
fenômenos, ardente, plenamente atento e consciente, havendo deixado de lado a cobiça e
a tristeza em relação mundo3.
1 Parte do Majjhima Nikaya (coleção de Discursos Médios do Senhor Buddha). Este é um dos sutras mais
importantes do Cânone Pali e contém o ensinamento mais abrangente sobre a meditação budista. Há um
sutra virtualmente idêntico, porém mais longo no Digha Nikaya (coleção de Discursos Longos). Uma boa
tradução para o inglês com comentários muito claros pode ser encontrado em Nyanaponika Thera, The
Heart of Buddhist Meditation.
2 Segundo historiadores, trata-se de uma cidade próxima de onde hoje se situa Delhi.
3 A estrutura do Sutra é relativamente simples. Em seguida ao preâmbulo, o discurso se divide em quatro
partes de acordo com os quatro domínios da aplicação da atenção plena. I. A contemplação do corpo
compreende quatorze exercícios: a contemplação da respiração; a contemplação das quatro posturas; plena
consciência [de todo o corpo]; das as impurezas do corpo; dos elementos; e nove contemplações do
cemitério, em que se medita sobre o corpo em diferentes fases de decomposição. II. A contemplação das
sensações, considerada como um exercício; III. A contemplação da mente, ou estados mentais, também um
exercício. IV A contemplação dos fenômenos em geral, também referida como contemplação dos dharmas

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quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Mary Westmacott (Agatha Christie) - O Retrato

Título: O Retrato
Autor: Mary Westmacott (Agatha Christie)
Gênero: Romance
Editora: Nova Fronteira


Com este livro, Agatha Christie, a rainha do romance policial, aventurou-se pelo romance psicológico. A tradução de Clarice Lispector, uma mestra no gênero, dá relevo à história de Célia, uma mulher que se refugia num mundo infantil para se proteger da crueldade da vida.

Peter Straub - Mistério - Os Crimes da Rosa Azul

Título: Os Crimes da Rosa Azul
Autor: Peter Straub
Gênero: Suspense
Editora: Francisco Alves

Na pequena ilha de Mill Walk, no caribe, um menino de dez anos chamado Tom Pasmore morre Tragicamente num acidente de carro - bem, quase morre. Ele sobrevive milagrosamente, mas em consequência desenvolve uma obsessão com a morte, e particularmente com dois mistérios não resolvidos - um, no presente, o assassinato da irmã do ministro das finanças da ilha; o outro, no passado, o assassinato de um vizinho e amigo do avô de Tom na cidade de veraneio do Lago da Águia, Winsconsin. A ele se junta nas investigações um dos maiores detetives da ficção moderna - Lamont von Heilitz, conhecido como "O Sombra", agora aposentado e vivendo como um vizinho excêntrico e menosprezado de Tom em Mill Walk, cuja fascinação pela morte no Lago da Águia deve-se muito mais do que à simples curiosidade intelectual. Na verdade, é difícil saber qual o passado é mais intimamente ligado ao assassinato - o de von Heilitz ou o da família de Tom.

Mistério - Os Crimes da Rosa Azul é tão rico, tão magistralmente conduzido, tão divertido que revelar mais de sua história seria injusto tanto com o leitor quanto com o autor.

Max Gehringer - O Melhor de Max Gehringer na CBN

Título: O Melhor de Max Gehringer na CBN
Autor: Max Gehringer
Gênero: Recursos Humanos
Editora: Globo
O que você nunca deve dizer para o seu chefe? O que você deve dizer? Sabe aquele cara do escritório, o "bonzinho" que nunca é demitido? Como se comportar numa entrevista de emprego? Você sabe como identificar o cargo de um funcionário pela quantidade de papéis que ele carrega?

Dúvidas e perguntas como estas, extraídas da vida corporativa, estão presentes em O melhor de Max Gehringer na CBN- 120 conselhos sobre carreira, currículo, comportamento e liderança, novo lançamento da Editora Globo.

Apresentando dicas precisas, como o tempo que uma reunião deve durar, o livro reúne, na íntegra, os comentários de Max Gehringer que mais geraram reações entre os ouvintes, divididos em onze capítulos temáticos, que abordam a cartilha básica do mundo das empresas através do humor e da sagacidade típicos do escritor. Max descreve situações relacionadas à recolocação profissional, os problemas encontrados nas dinâmicas de grupo, além de casos e tendências que provocam novas reflexões sobre o universo corporativo.

Perspicaz e atento, Max, que além dos comentários na CBN escreve para a Revista Época e é um dos nossos mais requisitados palestrantes, narra com franqueza as práticas empresariais, sem fantasiar a seu respeito, sem disfarçar a forma como as relações são constituídas. Foge assim, da exagerada opulência dos discursos corporativos, sem glamourizar ou diminuir esse tipo de atividade, apenas demonstrando exatamente que, como toda experiência humana, esta é uma aventura repleta de oscilações e inconstâncias.

E, como pode ser verificado através do retorno dos ouvintes, suas idéias atingem diversos perfis etários, de jovens prestes a ingressar no mercado de trabalho a experientes profissionais satisfeitos com seus empregos, sem deixar de apontar um fato irrefutável: os empregos estão acabando e as formas de trabalho, como as concebemos, estão em processo de extinção.


Agatha Christie - E No Final a Morte

Título: E No Final a Morte
Autor: Agatha Christie
Gênero: Policial
Editora: Editora Nova Fronteira

Em Tebas, no Egito, por volta do ano 2000 a.C., Nofret é encontrada com a face voltada para cima e com o corpo esmagado e retorcido. Para este romance, Agatha Christie se inspirou em algumas cartas egípcias da XI Dinastia, encontradas pela equipe do Museu Metropolitano de Arte de Nova York. Além de descrever os costumes e crenças da época, a autora convida o leitor a desvendar este misterioso assassinato.

José Saramago - O Conto da Ilha Desconhecida

Título: O Conto da Ilha Desconhecida
Autor: José Saramago
Gênero: Conto
Um homem vai ao rei e lhe pede um barco para viajar até uma ilha desconhecida. O rei lhe pergunta como pode saber que essa ilha existe, já que é desconhecida. O homem argumenta que assim são todas as ilhas até que alguém desembarque nelas. Este pequeno conto de José Saramago pode ser lido como uma parábola do sonho realizado, isto é, como um canto de otimismo em que a vontade ou a obstinação fazem a fantasia ancorar em porto seguro. Antes, entretanto, ela é submetida a uma série de embates com o status quo, com o estado consolidado das coisas, como se da resistência às adversidades viesse o mérito e do mérito nascesse o direito à concretização. Entre desejar um barco e tê-lo pronto para partir, o viajante vai de certo modo alterando a idéia que faz de uma ilha desconhecida e de como alcançá-la, e essa flexibilidade com certeza o torna mais apto a obter o que sonhou. "...Que é necessário sair da ilha para ver a ilha, que não nos vemos se não saímos de nós...", lemos a certa altura. Nesse movimento de tomar distância para conhecer está gravado o olho crítico de José Saramago, cujo otimismo parece alimentado por raízes que entram no chão profundamente.

José Saramago - O Evangelho Segundo Jesus Cristo

Título: O Evangelho Segundo Jesus Cristo
Autor: José Saramago
Gênero: romance
Editora: Editorial Caminho

SINOPSE AQUI

José Saramago - O Ano da Morte de Ricardo Reis

Título: O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS
Autor: José Saramago
Gênero: Romance
Editora: Editorial Caminho
Um tempo múltiplo. Labiríntico. As histórias das sociedades humanas. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de Dezembro de 1935. Fica até Setembro de 1936. Uma personagem vinda de uma outra ficção, a da heteronímia de Fernando Pessoa. E um movimento inverso, logo a começar: "Aqui onde o mar se acaba e a terra principia"; o virar ao contrário o verso de Camões: "Onde a terra acaba e o mar começa". Em Camões, o movimento é da terra para o mar; no livro de Saramago temos Ricardo Reis a regressar a Portugal por mar. É substituído o movimento épico da partida. Mais uma vez, a história na escrita de Saramago. E as relações entre a vida e a morte. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de Dezembro e Fernando Pessoa morreu a 30 de Novembro. Ricardo Reis visita-o ao cemitério. Um tempo complexo. O fascismo consolida-se em Portugal.

José Saramago - Manual de Pintura e Caligrafia

Título: MANUAL DE PINTURA E CALIGRAFIA
Autor: José Saramago
Gênero: Romance
Editora: Editorial Caminho

Uma autobiografia, um diario, um livro de viagem ao redor de autores e obras.




Exús Amparadores - Um esclarecimento Espiritual, de Wagner Borges

Ainda agora, enquanto eu preparava o material para a 1a aula do curso de
Orientalismo e Espiritualidade (com ênfase nos ensinamentos dos Upanishads)
que iniciarei daqui a pouco no IPPB para cerca de 235 pessoas, percebi uma
certa manifestação energética por fora do meu apartamento. Fechei os olhos
e concentrei-me para verificar o que era. Pulsei luz no meu chakra frontal e
nas mãos enquanto erguia os pensamentos e sentimentos ao Supremo Amor para
sintonizar a consciência com as energias elevadas.
Fora do apartamento (moro no quinto andar), em pleno ar, surgiu uma fenda
escura. Eu sabia que era uma passagem interdimensional para o plano
extra físico. Do outro lado da mesma, muito embora eu não pudesse vê-los
diretamente, estava um grupo de exus que trabalha nos ambientes pesados do
Astral desmanchando as porcarias que os encarnados encomendam aos seus
asseclas desencarnados que patrocinam certos processos de magia trevosa.
Eles operam em climas pesadíssimos e são craques em dissolver as energias
pesadas emanadas pelo ódio. Costumam trabalhar associados às egrégoras *
afro-brasileiras, principalmente na Umbanda. São espíritos que não costumam
aparecer ostensivamente e não são dados a floreios espirituais. Costumam ser
bem diretos e falam na cara o que for preciso, sem qualquer dose de
concessão ao ego de quem os escuta. Dentro de sua maneira direta de agir,
eles não suportam pessoas hipócritas e nem espiritualistas que complicam o
serviço com os seus problemas corriqueiros. Também não gostam de pessoas que
trabalham sem honra no caminho e apenas voltadas para a resolução de suas
problemáticas infantis.
Apesar de aparentarem um jeitão meio agressivo (quem os critica não trabalha
com as energias pesadas que eles tem que aturar a toda hora e nem tem metade
da raça desses amigos que operam no Umbral e que tanto ajudam a humanidade
sem receberem o mínimo reconhecimento), respeitam muito a quem trabalha
verdadeiramente voltado para a Espiritualidade Superior. Em muitas ocasiões
de minha vida fui ajudado por esses exús e outras entidades ligadas às
atmosferas psíquicas afro-brasileiras. Por diversas vezes, principalmente em
projeções da consciência com resgates extra físicos dificílimos, esse pessoal
me ajudou e protegeu, sempre de forma limpa e sem me cobrar coisa alguma.
Alguns desses grupos extrafísicos trabalham ligados a diversos mestres
espirituais que ajudam invisivelmente a humanidade. Servem nos planos densos
sob o comando secreto dos mentores que patrocinam o esclarecimento
espiritual planetário. São eles que seguram as barras pesadas nos ambientes
crosta-a-crosta e nos planos extrafísicos densos (umbralinos). São eles os
amparadores que descem as furnas malignas para enfrentar o mal que se
esconde do olhar dos homens sem fé e sem coragem.

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Um até logo repleto de saudade...

Deixei passar quase um mês para postar nosso último encontro em 2007 com a turma do projeto. Não queria escrever tudo o que passou na minha cabeça naquele sábado, 03 de novembro, pois tornaria essa despedida mais dolorosa do que foi. Em virtude da venda da sede da OnG Pró Gente que acolhia os Roedores de Livros e as crianças nas manhãs de sábado, tivemos que adiantar o encerramento das nossas atividades em três semanas. Quando chegamos ao local, um vazio sem tamanho. Faltavam os móveis e o clima de saudade era visível em todos. A grande ausência foi a da estante da sala de leitura. Vocês que acompanharam nossas atividades durante este ano viram aquela estante ficar repleta de livros. O projeto arecadou amis de 400 livros infantis e juvenis. Livros que estão conosco, aguardando um novo local para pousar suas aventuras. No lugar da estante descobrimos uma porta. Na foto acima, uma montagem com dois momentos extremos: a imagem da esquerda é de fevereiro quando fechamos a parceria com a Pró Gente. A estante escondia a porta que agora "enfeita" a parede da sala.
Juliana levou alguns livros para contar. Os meninos adoraram Sete Histórias para Sacudir o Esqueleto (Angela Lago, Cia das Letrinhas). Sacudiram o esqueleto e as risadas. A manhã ficou mais alegre. Alegrou ainda mais com a leitura de Uma Girafa e Tanto (Shel Silverstein, Cosac & Naify). Todo mundo em cima do livro. Ainda bem!!! Depois, cada um com seu livro, escolhidos do nosso baú. No flagrante acima, as Facécias (Câmara Cascudo, Global) acordaram nos braços dos meninos.
Na oficina de artes, montamos um mosaico surpresa. Cada criança coloriu um quadrado da forma que imaginava ser melhor. Depois, juntamos as peças e formamos figuras coloridíssimas. Uma delas, foi nosso roedor mais famoso.
Ainda tivemos que aplicar o questionário final para posterior avaliação das crianças. E assim, foi nosso último dia de atividades este ano. Estamos trabalhando para conquistar um novo espaço - inicialmente na Ceilândia - que possa acolher nossas crianças, nossos livros e a nossa fantasia cada vez mais real de levar a literatura, o prazer da leitura a todas as crianças.

Por fim, o Tino teve a árdua tarefa de dispersar o clima de nostalgia daquela manhã com muita música. No vídeo abaixo, gravado em baixa resolução, um pouquinho dos nossos meninos e meninas espantando a preguiça. Que em 2008 possamos espantar muitas outras coisas. Hatuna Matata.



Longe de ti...

.
Longe de ti, na cela do meu quarto,
Meu corpo cheio de agoirentas fezes,
Sinto que rezas do Outro Mundo, harto,
Pelo teu filho, Minha Mãe, não rezes!

Para falar, assim, vê tu! já farto,
Para me ouvires blasfemar, às vezes,
Sofres por mim as dores cruéis do parto
E trazes-me no ventro nove meses!

Nunca me houvesses dado à luz, Senhora!
Nunca eu mamasse o leite aureolado
Que me fez homem, mágica bebida!

Fora melhor ter nascido, fora,
Do que andar, como eu ando, degredado
Por esta Costa d'África da Vida.

António Nobre
Coimbra, 1889
Extraído do livro:

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Speros Vryonis - Bizâncio e Europa (Ilustrado)


Título: BIZÂNCIO E EUROPA (Ilustrado)
Autor: Speros Vryonis
Gênero: História
Editora: Editorial Verbo

Após a queda do Império Romano do Ocidente, a herança da Antiguidade Clássica ficou à guarda de Bizâncio - bastião da Cristandade frente aos Persas, às tribos dos bárbaros e à crescente força do mundo islâmico. Uma autêntica plêiade de chefes foi readaptando a estrutura imperial às necessidades correntes. Mas, a pouco e pouco, um progressivo enfraquecimento levaria ao desastre que se previa.

Manuel Alegre - Alma


Título: ALMA
Autor: Manuel Alegre
Gênero: Romance


A memória nostálgica dos lugares encantatórios de Alma, a vila da infância do escritor. Dessa infância, donde vêm as imagens e as emoções que norteiam a vida. Toda a vida: não há flecha que não tenha o arco da infância.

Um romance onde Manuel Alegre “regressa” a Águeda, às brincadeiras de criança, o berlinde, o botão, o futebol, as tardes no rio, as criadas atrevidas, a escola, os primeiros namoros, as conversas conspirativas dos adultos.

Mikhail Cholokhov - O Don Tranquilo (4 Volumes)


Título: O Don Tranquilo (Quatro volumes)
Autor: Mikhail Cholokhov
Gênero: Romance
Editora: Livros do Brasil

Não disponível

A Mente – Clara Luz / Mente Luminosa, de Kalu Rimpochê / Kalu Rinpoche

A Mente

Temos uma certa noção superficial do que é a mente. Para nós, é o que experimenta o sentimento de existir, o que pensa "sou eu", "eu existo". É ainda o que é consciente dos pensamentos e sente os movimentos emotivos, aquilo que, segundo as circunstâncias, tem o sentimento de estar feliz ou infeliz.

Fora disso, não sabemos o que é, verdadeiramente a mente. Talvez seja mesmo provável que nunca nos tenhamos feito essa pergunta.

A mente sente, não os órgãos

É evidente, em primeiro lugar, que a mente não tem existência material. Não é um objeto que se possa definir a cor, o tamanho, o volume ou a forma. Nenhuma dessas características é aplicável à mente. Não podemos apontar a mente com o dedo, dizendo: "É isso". Nesse sentido, a mente é vazia. Entretanto, que a mente seja desprovida de forma, de cor, etc, não é suficiente para concluir sobre sua não-existência, pois os pensamentos, os sentimentos, as emoções conflituosas que ela sente e que produz provam que alguma coisa funciona e existe, que a mente não é, portanto, somente vazia.

Logo, o que é esse sentimento de existir? Onde ele se situa? No exterior, ou mesmo no interior do corpo? Se ele se situa no interior do corpo, quem o sente? A carne, o sangue, os ossos, os nervos, as veias, os pulmões, o coração?

Se vocês refletirem atentamente, irão admitir que nenhum membro, nem nenhum órgão reivindica sua própria existência, dizendo "eu". Assim, a mente não pode ser assimilada a uma parte do organismo. Tomemos o exemplo do olho. O olho não proclama sua própria existência. Ele não diz para si mesmo: "Eu existo", ou ainda: "É preciso que eu olhe uma determinada forma exterior; esta é bonita, aquela não o é; eu me apego a primeira e rejeito a segunda". O próprio olho não tem nenhuma vontade, não experimenta nenhum sentimento, nem apego, nem aversão.


É a mente que tem o sentimento de existir, que percebe, julga, se apega ou rejeita. O mesmo vale para o ouvido e os sons, o nariz e os odores, a língua e os sabores, a pele e os contatos, o órgão mental e os fenômenos. Não são os órgãos que percebem, mas a mente.

O carro tem necessidade de um condutor

Os órgãos, inconscientes por natureza, não são a mente, são como uma casa na qual se mora. Os moradores são o que se chama de consciências:

consciência visual;
consciência auditiva;
consciência olfativa;
consciência gustativa;
consciência tátil;
consciência mental.

Essas consciências não existem de maneira autônoma. Elas nada mais são do que a mente.


Pode-se dizer ainda que o corpo é como um carro e a mente o seu condutor Quando o carro está desocupado, apesar de possuir todos os equipamentos para rodar - o motor, as rodas, o combustível, etc, - e de encontrar-se em perfeito estado de funcionamento, ele não pode ir a nenhum lugar. Do mesmo modo, um corpo desprovido de mente, mesmo que possua a totalidade dos órgãos, não passa de um cadáver. Apesar de ter olhos, ouvidos, um nariz, ele não pode ver, nem ouvir, nem cheirar.

Alguns pensarão que a morte não atinge apenas o corpo, mas também a mente: o primeiro torna-se cadáver, a segunda deixa simplesmente de existir. Mas não é o que ocorre. A mente não nasce, não morre, e não é atingida pela doença. É eterna. O que percebe as formas vistas pelo olho, os sons ouvidos pelo ouvido e os outros objetos através dos outros órgãos dos sentidos, o que é consciente, o que não é interrompido pela morte do corpo é, portanto, a mente.



Como vimos, considerando-se que ela é destituída de qualquer característica material, não é possível designa-la como uma coisa visível e facilmente reconhecida, caso contrário alguém poderia mostrá-la para nós. De fato, possuindo uma mente, todos devemos consultar a nós mesmos e, guiados por um mestre, proceder a uma investigação que nos leve até a descoberta de que ela é verdadeiramente. Qual é sua forma, sua cor, seu volume? Ela está situada no exterior ou no interior do corpo? São questões que necessitam de uma resposta verificada pela experiência, mesmo se tivermos recebido previamente explicações teóricas como estas dadas aqui.


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O Plano Astral

« O plano Astral » ( Arthur Powell ).
livro pdf com 1.4 mb, 174 páginas... Fala sobre vida no sonho, plano astral, chackars, kundalini,
pensamentos-forma, continuidade da consciência, vida após a morte... etc..
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plano astral

Firimfimfocando na mídia - parte II


Queridos amigos Roedores de Livros. O Firimfimfoca recebeu o fotógrafo Carlos Vieira lá no Teatro Caleidoscópio para uma seção de fotos. O motivo foi a reportagem publicada no SUPER, caderno infantil do jornal Correio Braziliense, publicada no último sábado, 24 de novembro. A foto escolhida é esta aí de cima. A reportagem está reproduzida abaixo:
Fada carioca
Espetáculo Firimfimfoca , do grupo Roedores de Livros, mostra que histórias de Sylvia Orthof são pura diversão
Você já ouviu falar sobre Sylvia Orthof ou já leu algum de seus livros? Ela é considerada uma das mais importantes escritoras infantis brasileiras, apesar de não ser tão conhecida. A autora carioca, que morou em Brasília entre 1960 e 1968, escreveu mais de 100 livros e não eram só histórias para crianças. Sylvia foi autora de peças teatrais, deu aulas no curso de artes cênicas da UnB e dirigiu programas de teatro de bonecos para TV. Mas são os livros infantis seus mais importantes troféus. Em 2007, faz dez anos que Sylvia faleceu. Em setembro, ela faria 75 anos.
Para quem não conhece e quer se encantar com essa escritora, e para quem já leu seus livros e se apaixonou, o grupo Roedores de Livros apresenta, hoje e amanhã e no fim de semana que vem, a peça Firimfimfoca — histórias de uma fada carioca, no Teatro Caleidoscópio (Comercial da 102 do Sudoeste, bloco C, subsolo), sempre às 18h.
O espetáculo é uma contação diferente das histórias de Sylvia A fada lá de Parságada, A bruxa Uxa e o elefantinhozinhozinhozinho, Foi o ovo? Uma ova!, Sua avó, meu basssê, Maria vai com as outras, O sapato que miava, O bisavô e a dentadura, Fraca Fracola e Galinha D’Angola. Antes de cada conto, o músico Tino Freitas, integrante do Roedores de Livros, vai cantar uma música feita por ele mesmo, introduzindo o tema da história, sem entregrar o ouro, é claro.
A primeira vez do pum
O grupo Roedores de Livros, formado por Aldanei Andrade, Juliana Maria, Míriam Rocha, Simone Carneiro, Ana Paula Bernardes e Tino Freitas, conta história e realiza oficina de artes plásticas desde 2006. Tino lembra que, todas as vezes que eles contam uma história de Sylvia, a reação da meninada é diferente:
— Ela escreve muito bem para crianças.
E o motivo de tanto sucesso: escrevia na linguagem da garotada, colocava no papel o que vinha na cabeça, sem se controlar. Não teve medo de colocar em seus livros palavras que toda criança fala, mas que nunca aparecia nos livros infantis, como “pum” e “bumbum”. Brincar com as palavras e inventar outras, era sua maior diversão. Ela mesma quem criou a palavra que dá nome ao espetáculo, e deve ser usada assim: “Que Firimfimfoca!”. Sylvia também não gostava de fazer personagens somente bonzinhos ou super- do- mal. Uxa, de A bruxa Uxa e o elefantinhozinhozinhozinho, por exemplo, ora era fada, ora bruxa.
No final de Firimfimfoca, Tino apresenta o principal motivo para a criançada conhecer as história de Sylvia Orthof:
— O livro da Sylvia é como a hora do recreio. A gente nunca cansa de brincar, a gente nunca pára no meio.

Radiestesia pratica ilustrada

« Radiestesia pratica ilustrada » ( Antonio Rodrigues).
Radiestesia é o uso do pêndulo , (radius raio, energia, e aesthesia= sensibilidade), com o pêndulo você pode detectar campos energeticos, fazer diagnósticos de saúde, etc.
Livro com bastantes ilustrações explicativas, 51 páginas, ficheiro comprimido em rar, 2,7 mb.
Link AQUI
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radiestesia

500 segredos culinários

« 500 segredos culinários revelados » pdf com 169 kb, 42 páginas.
Dicas bastante úteis...
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cozinha

JEAN PIAGET - Coleção Grandes Educadores

JEAN PIAGET - Coleção Grandes Educadores


Sinopse

Biólogo de formação,psicólogo cognitivo, filósofo por afinidade, Piaget
construiu uma obra longa, coerente e sistematizada. Os conceitos que
cunhou marcaram o campo da Pedagogia a tal ponto que muitos o
consideram, erroneamente, um educador. Para guiar o professor que
pretende conhecer melhor o tema, este video apresenta de forma clara os
principais conceitos piagetianos. Conforme Yves de La Taille, ¨a teoria
de Piaget é importante para todos os adultos que lidam com crianças,
pois oferece instrumentos que ajudam a entender não apenas o
desenvolvimento da inteligência, mas suas decorrências, como a formação
do comportamento e da personalidade da criança¨.



Elenco Dados do Filme
yves de la taille
20 capitulos

Dados do Arquivo Dados Técnicos
Quantidade de Mídias: 1
Tamanho: 398 Mb
Tipo de Compartilhamento: http
Idioma do Audio: Português
Legendas: Sem Legenda
Qualidade do Vídeo: DVDrip
Ano de Lançamento: 2004
Tempo de Duração: 57 min
Vídeo Codec: Xvid
Vídeo Bitrate: 900
Audio Codec: MP3
Audio Bitrate: 66
Resolução: 640x480
Formato de Tela: Tela Cheia(4x3)
Frame Rate: 30

Download
http://www.gigeshare.com/preview/n5658817126gg711g57f18gn2cgnc78a/
Visite http://tvonline.notlong.com/ e concorra a prêmios!!!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Fora do Corpo: Obra sobre Projeção, de Robert Bruce

1. Robert Bruce (rsb@garion.it.com.au) escreve:
Esta versão foi completamente reescrita e atualizada, com pensamento em todas as questões e comentários recebidos desde sua primeira postagem. Eu tentei, aplicando minha experiência como projetor e místico, resolver alguns dos problemas básicos que as pessoas tem com a projeção. Este se tornou um trabalho interativo graças a todo o retorno construtivo e experimentação que ele inspirou na Internet.
Existem certos aspectos da dimensão astral e do processo de projeção que são muito complicados. Muito dele é mal entendido e ele pode ser muito confuso as vezes. Esta série de artigos tenta esclarecer um pouco o assunto, e esperançosamente, explicar bem do que se trata. As teorias e conclusões nesta obra são largamente baseadas na minha própria experiência de projeção. É objetivo desta obra desenvolver um entendimento maior e novo, técnicas de projeção mais simples e mais eficientes. As idéias, teorias e técnicas discutidas aquiestão constantemente sob desenvolvimento e estão sujeitas a modificação conforme novas descobertas e pontos-de-vista forem esclarecidos.

2. O Quê é a Dimensão Astral?
O astral é a dimensão mais próxima da física. Ela envolve e permeia o mundo como uma enorme rede mental, absorvendo e guardando todos os pensamentos. Seu conteúdo é criado pela consciência coletiva da mente do mundo. Ela contém todos os pensamentos, lembranças, fantasias, e sonhos de toda coisa viva no mundo. Nela, as leis da atração simpática, ou igual atrai igual, faz com que este oceano de substância mental se estratifique e estabeleça camadas ou níveis. Estes níveis de pensamento são mais comumente chamados de planos astrais, mundos astrais, sub-planos astrais ou domínios astrais.
A dimensão astral é composta de matéria astral e é habilmente descrita como substância mental. Ela é extremamente sensível ao pensamento e pode ser moldada em qualquer forma ou aspecto. Estas criações são tão perfeitas que são indistiguíveis da realidade.
A melhor maneira de explicar isto, substância mental, é fazer uma comparação entre a matéria astral e um filme fotográfico não exposto. Quando este filme é exposto à luz, enfocado pelas lentes da câmera, uma imagem perfeita da realidade é instantaneamente formada no filme pela reação química do filme com a luz. Quando a matéria astral é exposta ao pensamento, enfocada pelas lentes da mente, uma imagem perfeita da realidade é imediatamente formada de substância mental astral pela reação da matéria astral com o pensamento. A complexidade e a durabilidade de qualquer criação na dimensão astral depende grandemente da força da mente realizando a criação.

3. Sonhos:
É assim que o subconsciente cria os sonhos: Sintonizando na dimensão astral durante o sono, ele pode criar qualquer cenário que desejar. Esta é a maneira do subconsciente resolver problemas e se comunicar com a mente consciente. Ele cria uma série de cenários complexos em forma de pensamento e projeta-os na substância mental da dimensão astral, onde eles se tornam sólidos. A mente consciente então vive e experimenta estes cenários criados no estado de sonho. De forma que é como um projetor de cinema (subconsciente) projetando em uma tela de cinema (dimensão astral).

4. Formas de Pensamento:
Qualquer objeto novo no mundo real é assimilado na dimensão astral durante um período de tempo. Uma representação dele em forma de pensamento primeiro cresce (surge) na parte mais baixa do astral, próxima à dimensão física, se tornando mais e mais permanente conforme o tempo passa. Como com todas as formas de pensamento, quanto maior a atenção dada a ela mais rápido ela cresce.
Quanto mais alto na dimensão astral, ou quanto mais distante da dimensão física, menos formas de pensamento, do mundo físico, como nós conhecemos, são encontradas. Coisas físicas tem que se embeber (permanecer) nela por um tempo muito grande antes que elas tomem forma, e sejam encontradas, no astral superior.
Você já tentou andar por uma casa estranha no escuro? Você esbarra em tudo, certo?. Mas conforme você se torna familiar com ela entretanto, uma imagem mental de seus contornos se forma em sua mente, e você consegue encontrar melhor o caminho. Quanto mais tempo você passa nessa casa mais forte essa imagem mental se torna. Isto é similar a como as coisas são assimiladas e crescem, como formas de pensamento, em outras dimensões.
A geração de formas de pensamento no astral também funciona ao contrário. Se um objeto físico existe a muito tempo, ele terá desenvolvido uma impressão duradoura de sua forma de pensamento no astral. Após o objeto ser destruído ou removido, sua forma de pensamento continua a existir (durante algum tempo). Você pode, por exemplo, no astral, encontrar móveis que você não tem (mais) em sua casa, confundidos com aqueles que você (ainda) possui. Isto é causado pelas formas de pensamento decadentes (que estão desaparecendo) de coisas velhas, que pertenciam a casa anteriormente, mas que ainda estão lá, anos após os originais terem ido.
Formas de pensamento antigas não seguem o seu equivalente físico quando eles mudam de lugar. As novas começam a crescer no astral onde quer que estejam enquanto as antigas desaparecem lentamente. Quanto mais tempo alguma coisa estiver num lugar, mais forte a forma de pensamento irá se tornar naquele lugar. Isto também se aplica a construções (prédios, etc.), estruturas e características geológicas. Você pode fazer uma projeção em um parque e encontrar uma casa, ponte, colina, etc. que você sabe definidamente que não está lá. Estas podem ter existido há tempos atrás. Quando mais alto você vai no astral, mais antigas as formas de pensamento são, ou mais para trás no tempo geológico você parece estar.
A taxa de crescimento de uma forma de pensamento depende largamente da quantidade de atenção dada a ela. Por exemplo, um quadro famoso; amado, visto e altamente pensado por milhões, terá uma forma de pensamento muito mais forte que aquele quadro comum que fica no quarto de alguém e é visto apenas por poucos. O número de formas de pensamento que você encontra no astral também depende de quão próximo você está da dimensão física. Se você estiver muito próximo, como em uma projeção em tempo real ou experiência fora do corpo, muito poucas formas de pensamento, se quaisquer, serão encontradas. Em uma experiência-fora-do-corpo em tempo real você não está exatamente na dimensão astral, mas existindo como uma forma astral em uma zona intermediária entre as dimensões física e astral.


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Firimfimfocando na mídia - parte I

Neste final de semana, a estréia do Firimfimfoca fez um barulho gostoso na mídia brasiliense começando com a reportagem acima, de página nteira, publicada no jornal Correio Braziliense da última sexta, 23 de novembro.
Para ler a reportagem na íntegra, é só clicar sobre a imagem.

domingo, 25 de novembro de 2007

Curso de hipnose

« Curso de Hipnose »
Documento word com 1,2 mb, 85 páginas. Ensina vários métidos para aprender técnicas de hipnose e contém imagens ilustradas, ao longe das 85 paginas.

Link AQUI

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hipnose

Florais de Bach

« Manual básico de florais de Bach »
Pequeno texto de 8 páginas, 65 kb. Mas bastante útil, explica as aplicações de cada essência floral ( lista dos 38 florais ), A origem das sete doenças proveniente de sete defeitos do homem, os sete caminhos do equilíbrio, preparação da tintura-mãe , método de fervura, preparação de um frasquinho de uso, e mais...

Link AQUI.

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florais bach

Conexões extraterrestres...

« Conexões extraterrestres através de olhos alienígenas » ( Wesley H. Bateman ).
Mensagens telepaticas de seres extraterrestres, não posso garantir se são fidedignas, não fui o autor, porém tem mensagens interessantes, nem que seja para reflexão, para pensarmos na existência de outros mundos habitados e nossos irmãos estelares. Compilação de textos da revista Amaluz.
Documento doc com 1,7 mb, 170 páginas. Fala sobre portais estelares, campos energeticos das pirâmides. Fala de extraterrestres que viveram vidas aqui na Terra, etc.

Link AQUI.

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extraterrestres

Doenças que o limão Cura

« As doenças que o limão cura ».
Documento word , 130 kb, 55 páginas sobre as aplicações terapêuticas do limão...
O limão é rico em cálcio, silício e sódio, magnésio, enxofre e muito mais coisas do que a vitamina
c.
Fósforo, para bom funcionamento sexual, o magnésio entra em combinação com quase todos os sais minerais do corpo e protege-o contra os influxos climatéricos, os contágios, especialmente beneficiando os órgãos respiratórios através da pele.
O enxofre constitui os tecidos, especialmente os cabelos e os pêlos do organismo, exercendo ainda uma porção purificadora do mesmo. Saiba tudo sobre as utilidades do limão...
Download AQUI.

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limao

CONTRA A VIOLÊNCIA

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Não gosto de "dias mundiais" disto e daquilo. E não gosto porque são tantos, tantos, mas tantos, que vulgarizaram causas e valores, que deveriam ser olhados muito seriamente.
Ainda assim, hoje lembramos o dia mundial contra a "violência doméstica". E, quando se fala em violência doméstica, não falamos apenas da violência contra as mulheres. Repudiamos essa sim - indigna, imoral, abjecta - mas não só. Falamos igualmente da violência contra as crianças, não menos indigna, repudiante e abjecta. Falamos da violência contra os idosos, inqualificável, a todos os títulos.
E, se no caso das mulheres vítimas de violência doméstica, os agressores - cobardes - são, normalmente (embora nem sempre), os homens, maridos ou companheiros, já no caso das crianças e dos idosos - não menos cobarde - as mulheres não surgem isentas de culpa, muito pelo contrário.
É tempo de a ANORMALIDADE chamada "violência doméstica" começar a merecer uma atenção mais cuidadosa e vir a ser punida com mão de ferro, exemplarmente pesada, como crime abjecto e de desumanidade sem perdão.

sábado, 24 de novembro de 2007

Nascimento Da Fraternidade Rosacruz, de Max Heindel

PRIMEIROS ANOS DE MAX HEINDEL

Max Heindel, Iniciado Rosacruz e fundador da Fraternidade Rosacruz nasceu no dia 23 de julho de 1865. Seu pai foi Franz Ludwig Von Grasshoff, pertencente a uma nobre família ligada à Corte Alemã durante o tempo do Príncipe Bismarck, que depois emigrou para Copenhague, Dinamarca, onde casou-se com uma dinamarquesa tendo três filhos desse casamento. O filho mais velho dessa união foi Karl Ludwig Von Grasshoff, que mais tarde adotaria o pseudônimo de Max Heindel.
Aos 16 anos, Max Heindel entrou para os estaleiros de Glasgow, Escócia, e aí aprendeu engenharia. Como engenheiro-chefe de um navio comercial a vapor ele viajou muito, conheceu vários países, ganhando assim um vasto conhecimento do mundo e das pessoas. Por alguns anos foi engenheiro-chefe na Linha Cuñard, frota de navios de passageiros que faziam a rota entre a América e a Europa.
Entre os anos 1895 e 1901 ele trabalhou nos Estados Unidos, como engenheiro, na cidade de Nova York. Nessa ocasião casou e deste casamento teve um filho e duas filhas. O casamento terminou em 1905 pela morte de sua mulher.
Depois de ter ido a Los Angeles, Califórnia, em 1903, Max Heindel interessou-se pelos estudos de metafísica, ligando-se a sucursal local da Sociedade Teosófica e serviu nela como vice-presidente de 1904 a 1905. Neste período começou a crescer dentro dele um desejo intenso e incontrolável de entender a causa das tristezas e dos sofrimentos da humanidade e como ajudar a aliviá-las. Começou a estudar astrologia e aí encontrou, para sua imensa satisfação, a chave do entendimento pela qual pôde descortinar os mistérios da natureza interna e oculta do homem.
Os acontecimentos na vida de Max Heindel após 1905, decorrem da razão direta do nascimento da Fraternidade Rosacruz. Até sua morte, a 6 de janeiro de 1919, ele aplicou toda a sua atividade no trabalho pioneiro de expandir a Fraternidade Rosacruz, incluindo a aquisição de terras para estabelecer a Sede Internacional nos Estados Unidos em Oceanside, Califórnia, a construção de edifícios necessários, publicações de livros, etc.


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sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Agatha Christie - Café Preto


Título: Café Preto
Autor: Agatha Christie
Gênero: Romance policial
Editora: Record

"Café Preto" foi escrita originalmente em 1930 como uma peça em três atos. Charles Osborne, biógrafo de Agatha Christie, encarregou-se da tarefa de transformar o texto em romance.

Paulo Leminski - La Vie en Close


Título: La Vie en Close
Autor: Paulo Leminski
Gênero: Poesia
Editora: Brasiliense

La vie en close, livro póstumo do poeta, já clássico, Paulo Leminski, acolhe, na maior parte de suas páginas, poemas inéditos, escritos depois de Distraídos venceremos (1987), e não publicados em vida pelo autor, mono em junho de 1989. Entre os textos ora editados há, por exemplo, "Limites ao Léu", poema-colagem com definições de poesia extraídas de vários poetas, escrito e publicado avulsamente, nos anos 70. Neste rol de «definições», algumas delas podem servir para explicar, ou tentar explicar, a poesia do próprio Leminski. "Fundação do ser mediante a palavra", de Heidegger, pode explicitar um dos aspectos fundamentais da poética leminskiana: a vinculação estreita entre uma visão um tanto quanto romântica da vida com a poesia; em outras palavras, poesia como elaboração da experiência. leia-se o poema, de título trocadilhesco, mas de finura e agudez, "L'être avant la lettre": "la vie en close / c'est une autre chose / c'est lui / c'est moi / c\'est ça / c'est la vie des choses / qui n'ont pas / un autre choix". Vida das coisas (pessoas) que não têm outra escolha: a fatalidade de ser poeta num mundo hostil à poesia, num mundo conformista e alienado, em muitos sentidos. Ser, pária, que se funda mediante a palavra: "feliz a lesma de maio / um dia de chuva / como presente de aniversário\". Ou então: "[...] todas as palavras da tribo / por elas / trocou a vida / dias luzes madrugada / hoje / quando volta para casa / página em branco e em brasa / asa lá se vai /dá de cara como nada /com tudo dentro / sai" e "A fala do inefável", definição de Goethe, pode também revelar outro aspecto da poética do autor de Catatau. O toque conversacional e, em semântica, a busca da expressão de situações inéditas. Leia-se, no jogo simbolista das metáforas, "Suprassumos da quintessência\": \"O papel é curto / viver é comprido / Oculto ou ambíguo, / Tudo o que digo / Tem ultrassentido / Se rio de mim / me levem a sério / Ironia estéril? / Vai nesse ínterim / meu inframistério\". Este pequeno poema remete ao tom sufocado dos textos de Jules Laforgue. "Poetry is to inspire" é a definição de poesia dada por Bob Dylan. Ela explica muito do percurso e das escolhas de Leminski, que esteve quase sempre próximo à música popular e ao rock, numa época (anos 60 e 70) em que o rock representava, com Dylan, Lennon, Hendrix, Morrison etc., informação nova e criativa. Da música popular vem o melhor e o pior de Leminski. O melhor: as melodias escritas com harmonias sintáticas irreverentes como em: "Condenado a ser exato / quem dera poder ser vago / fogo fátuo sobre um lago / ludibriando igualmente / quem voa, quem nada, quem mente / mosquito, sapo, serpente...", onde o sentido vai se dando pelo encantamento sincopado do som, que lembra, em \"ludibriando igualmente\", um Noel Rosa. Ou, num exemplo mais conclusivo, o trecho do poema "Sigilo da fonte": \"Quem há de dizer das linhas / que as ondas armem e não armem? / Quem há de dizer das flâmulas, / lágrimas acesas, tantas lâmpadas / milagres, passando rápidas [...]\". Poesia é inspirar: o pior Leminski é aquele que levou, às raias da facilidade, o lema do autor de \"Like a Rolling Stone\", como na maioria dos haicais. Leia-se: "nem vem que não tem / nenhum navio ou trem / me leva a outrem". É um primor de facilitarismo. Ou: "muito romântico / meu ponto pacífico / fica no atlântico\". Uma pobreza. Mas deve-se observar: o pior Leminski é melhor do que o melhor da maioria dos neo-maçantes candidatos a poetas que por aqui gracejam. Há, registre-se por justiça, haicais interessantes como "dia sem senso / acendo o cigarro / no incenso" ou, nonsense, "saber é pouco / como é que a água do mar / entra no coco?". O problema é que o haicai se esgotou, se banalizou, se transformou numa espécie de soneto. Uma semelhança que deve ser anotada é a do percurso de Leminski com o de Vinícius de Moraes, com todas as diferenças evidentes: Vinícius era diplomata de carreira, Leminski vivia de bicos; Vinícius foi católico por um bom tempo, Leminski zen-anarquista. Mas os dois, progressivamente, se cansaram dos "intelectualismos" da poesia e buscaram, em música popular e num certo existencialismo sartriano, a vida. Os versos, de Leminski, "quando chove / eu chovo / faz sol / eu faço / de noite / anoiteço [...]" não deixam de ser uma resposta aos versos seguintes de Vinícius: "De manhã escureço / de dia tardo / de tarde anoiteço / de noite ardo [...]" ("Poética"). Leminski morreu e antevia a morte ainda em vida. Morte física, um certo esgotamento etc. São contundentes os versos: "[...] fernando uma pessoa / j'ai perdu ma vie / par delicatesse? / oui rimbaud / moi aussi". O poeta, enquanto pessoa percebia: "perdi minha vida / por delicadeza? / sim rimbaud / eu também".

LANÇAMENTO DIGITAL SOURCE - Lilia Schwarcz - As Barbas do Imperador (Ilustrado)

Título: As Barbas do Imperador
Autor: Lilia Schwarcz
Gênero: História do Brasil
Editora: Cia das Letras


Lilia Schwarcz utiliza documentos inéditos e um vasto material iconográfico para apresentar os artifícios utilizados na construção do mito monárquico, de no caso, o imperador d. Pedro II.

Discursos de Sathya Sai Baba - 1/6/1953 - VENERAÇÃO NA MENTE

Vocês sabem que, um certo dia, quando estava em Uravakonda, onde freqüentava o curso secundário,
Eu abandonei os estudos, deixando os livros de lado, e declarei que tinha Meu trabalho esperando por
Mim. O erudito de Télugo, descreveu o incidente daquela tarde para todos vocês em seu discurso. Bem,
naquele dia em que apareci publicamente como Sai Baba, a primeira canção que ensinei àqueles que se
agruparam no jardim para onde fui ao sair da casa do erudito foi:
“Manasa bhajare guru charanam
Dhusthara bhava sagara tharanam”
Eu conclamei todos aqueles que sofrem na roda sem fim de nascimentos e mortes para venerarem os
pés do Guru, o Guru que estava anunciando a Si mesmo, que viera novamente para tomar para Si o
fardo daqueles que encontram refúgio n’ele. Aquela foi Minha primeiríssima mensagem para a
humanidade. “Veneração na mente!” (Manasa bhajare). Eu não preciso de suas guirlandas de flores e
nem de frutas, coisas que vocês compram por um ou dois centavos; elas não são genuinamente de
vocês. Dêem-Me algo que seja de vocês, algo que seja puro e fragrante, com o perfume da virtude e da
inocência e lavado nas lágrimas do arrependimento! Guirlandas de flores e frutas vocês trazem como
artigos do show, como uma exibição de sua devoção; devotos mais pobres que não têm como pagar por
essas oferendas, são humilhados e ficam tristes por sentirem-se impotentes; eles não podem demonstrar
sua devoção da mesma maneira grandiosa com que vocês o estão fazendo. Coloquem o Senhor em
seus corações e ofereçam a Ele os frutos das suas ações e as flores de seus pensamentos e
sentimentos íntimos. Essa é a veneração de que Eu mais gosto, a devoção que mais aprecio.

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quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Racionalismo Cristão / Espiritismo Racional e Scientifico (christão)

Introdução
Esta obra – base do RACIONALISMO CRISTÃO – não é para ser lida como uma
historieta qualquer e abandonada, senão esquecida, após a leitura.
Trata-se de trabalho sério de pesquisa e elucidação para estudo e consulta constantes,
capaz de abrir novos horizontes ao ser humano com a amplitude da visão panorâmica que
coloca diante dos seus olhos perspectivas até agora não imaginadas por ele, que poderão
contribuir para imprimir nova orientação, novos rumos à sua vida, e fazer com que ela se
modifique, a cada passo, para melhor, alcançando um sentido mais prático, mais amplo, mais
profundo, mais objetivo, mais seguro e autêntico.
Todas as pessoas – não há quem não o reconheça – têm necessidade de pautar os seus atos
por um regime educacional estruturado em princípios de elevada moral.
Entende-se por moral a conduta subordinada a normas que representem a mais alta
expressão da espiritualidade ambiente, capaz de servir de padrão e exemplo no meio em que
vivem.
Urge que cada um cumpra o seu dever, fazendo a parte que lhe compete – com a atenção,
os olhos, a alma voltados para o fim principal da encarnação, que é o aprimoramento, a
evolução espiritual – sem querer saber se os outros também o estão cumprindo ou não.
* * *
Viver para a matéria é a tendência geral do espírito, depois que encarna. Isto,
evidentemente, enquanto não adquirir – à custa de duras provas e penosas experiências em
inúmeras encarnações – um certo estado de consciência da vida, a que todos chegarão, mais
cedo ou mais tarde, pelo crescimento da espiritualidade.
No estado atual, a humanidade pode ser classificada em dois grandes grupos: o dos
espíritos adoradores e o dos independentes, com divisões que correspondem à escala do
progresso adquirido no curso de sucessivas encarnações.
O grau de espiritualidade média encontra-se na faixa de transição intermediária que
separa o campo dominado pela mentalidade adorativa daquele em que a personalidade se
destaca pela firmeza do caráter, independência de atitudes e insubordinação a tudo quanto a
sua consciência esclarecida reprove.
Assim encarado o aspecto fundamental da evolução do ser humano, fácil é divisar a linha
média da espiritualidade que separa, simbolicamente, as duas camadas ou os dois campos
aferidos por uma escala de graduação ascendente, onde se registram e tornam claras as
diferenças existentes entre os valores espirituais inferiores e os superiores.
Classificados na camada inferior estão os silvícolas – uma das primeiras fases da evolução
em forma humana – seguindo-se-lhes os que se entregam a práticas esdrúxulas de adoração,
dominados por cego fanatismo.
Na faixa de transição, confundem-se os espíritos encarnados ainda presos à idéia
subalterna de um deus protetor e paternal, mas já libertos das cadeias mais fortes do fanatismo
primário e embrutecedor, com os que, rejeitando as genuflexões contemplativas e as atitudes
bajulatórias e subservientes, procuram conduzir-se com retidão e valor.
Nos espíritos integrantes da camada superior refulgem as vocações idealistas, destacandose
não só o alto interesse que nutrem por toda a humanidade, como o domínio das vibrações
produzidas pelos conflitos humanos, principalmente na etapa final da evolução terrena, em que
a sua espiritualidade se revela acima da mentalidade comum existente no Planeta.
Encarnado ou desencarnado, o ser é sempre um espírito – partícula da Inteligência
Universal – estando, quando encarnado, sujeito às contingências da vida terrena, algumas das
quais escapam inteiramente à sua vontade.
Daí a necessidade de ser encarado com simpatia e elevação de sentimentos o semelhante
que se ache em situação desfavorável em qualquer região do Planeta, pois toda a humanidade
constitui uma única família a habitar, passageiramente, este mundo, para realizar o seu
progresso espiritual.
Humanização deve ser o lema comum, e cooperação, colaboração e confraternização
representam os elementos capazes de destruir a animosidade entre os homens.
O espírito é um operário que participa com esforço, inteligência e operosidade da
evolução geral. Ele trabalha diretamente para o conjunto, e indiretamente para si mesmo. Esta
asserção é verdadeira, quer se refira ao encarnado quer ao desencarnado. No trabalho em
corpo astral, o conjunto é o Universo; no labor em corpo carnal, esse conjunto é,
principalmente, a humanidade.
Por mais agitadas que sejam as conturbações terrenas, cumpre ao espírito encarnado
pensar com elevação e proceder com humanidade. Num mundo-escola como é este planeta,
não se pode recriminar o aluno do primeiro ano por não saber tanto quanto o do quinto.
Os que aqui estagiam, por pertencerem à mais variada graduação espiritual, agem sob um
estado correspondente ao seu grau de evolução e não vão além das suas possibilidades.
Estão errados, pois, os que se julgam perfeitos em matéria de espiritualidade, como
acontece com muitos religiosos.
Aos que vivem realmente impregnados de idéias de santidade, é difícil fazer conciliar
essas idéias com a classificação das diversas categorias espirituais apontadas nesta obra.
De nada lhes valerá, porém, fecharem os olhos à verdade, porque à custa de novas
encarnações, de prolongadas meditações, de estudo, de sofrimento, de trabalho e experiência,
terão de conquistar os graus de espiritualidade que lhes faltarem para alcançar o conhecimento
da realidade, com a força de convicção resultante da evidência dos fatos.
Espiritualidade e intelectualidade são atributos diferentes que o ser humano aprimora
independentemente, podendo avançar mais no desenvolvimento de um ou do outro, no curso
de cada encarnação. Indispensáveis, ambas, à evolução do espírito, terão de ser alcançadas
com esforço e determinação.
O desenvolvimento espiritual obedece, como o intelectual, a uma complexidade de
aptidões, de conhecimentos, de experiências que o espírito só pode obter encarnando, muitas e
muitas vezes, em vários lugares.
Todos sabem que os povos diferem uns dos outros, até mesmo de região para região. Essa
diferença é mais acentuada, ainda, de país para país, onde se verificam hábitos, costumes,
tendências, gostos, inclinações e temperamentos muito desiguais.
Em cada um desses aglomerados humanos, o espírito conta com determinadas condições
para desenvolver faculdades que sente estarem atrasadas, se colocadas em confronto com o
desenvolvimento já adquirido de outras.
Todos os fatos que parecem incompreensíveis, quando ocorridos numa região do globo
onde as tendências não são as mesmas, têm explicação natural, por obedecerem ao plano geral
da evolução e estarem enquadrados nas leis da relatividade.
Nenhum indivíduo possui somente defeitos ou qualidades. Ambos os atributos fazem
parte da sua personalidade moral. A luta que empreende tem por fim reduzir os defeitos e
aumentar as qualidades, desde quando começa a despertar para o lado evolutivo da vida.
Assim como uma soma de indivíduos representa um povo, a sua formação moral indica o
resultado parcelado das qualidades e dos defeitos desse mesmo agrupamento social. Por assim
ser é que cada um dá a sua maior ou menor contribuição para a variação do nível moral do
povo, em cujo meio deliberou encarnar.
A evolução do espírito é o resultado do seu esforço, da sua vontade, das suas aspirações
de progredir. Nela ocorrem, porém, freqüentes pausas, devidas à intolerância e ao comodismo
do espírito encarnado, principalmente se ele não se vê muito assediado pelas dificuldades.
Mas quando as atribulações vêm – e não deixam de vir, para sacudir, para despertar – aí,
sim, sente-se o indolente perplexo, atordoado pela insegurança que constata no vácuo por ele
próprio criado no interior da sua existência.
Chegando a este ponto, deve estar o leitor interessado em saber o que aconselha o
RACIONALISMO CRISTÃO.
Seu interesse vai ser amplamente atendido nas páginas que se seguem, em que verá,
pormenorizadamente equacionados, os problemas da vida, numa linguagem franca, simples,
objetiva e sem artifícios, como convém à verdade, e sentirá, através de cada capítulo, de cada
página, de cada linha, de cada palavra, o calor da mensagem que o RACIONALISMO
CRISTÃO dirige a toda a humanidade, com o que espera contribuir para que a paz entre os
homens se estabeleça e o mundo se torne fraterno, cristão e espiritualizado.

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Firimfimfoca no ar... estréia no Teatro!!!

A Sylvia Orthof escreveu,
A Mariana Massarani ilustrou,
A Elvira Matilde vestiu
E o Tino musicou

Aldanei leva o gato no sapato
Juliana leva Sua Avó pra pescar
Miriam leva Maria ao churrasco
Simone leva o bisavô pra almoçar

Tem mais história no meio
E o riso solto no ar
Parece a hora do recreio
A gente gosta é de brincar

Estréia neste fim de semana
O nosso FIRIMFIMFOCA
Convidamos você para ouvir

Histórias de uma fada carioca!

Pois é... gente, o FIRIMFIMFOCA - Histórias de uma fada carioca estréia em TEATRO neste sábado em curtíssima temporada de dois finais de semana. Será aqui em Brasília no Teatro Caleidoscópio. Unimos a contação de histórias com elementos teatrais e música. Tudo em torno de OITO histórias infantis escritas por Sylvia Orthof. A apresentação conta com a direção de Joana Abreu. No elenco, Aldanei Andrade, Juliana Maria, Míriam Rocha e Simone Carneiro, além do Tino Freitas, que escreveu a trilha sonora e toca no espetáculo. Eu assumi a parte burocrática da coisa. Enfim, aquilo que o pessoal chama de Produção Executiva. O cartaz, os marcadores e o programa contam com ilustrações da Mariana Massarani e no figurino, elementos da Elvira Matilde. Está tudo muito lindo. Visualmente, emocionalmente e firimfimfocamente. As histórias são ótimas e o Teatro é aconchegante. Viva Sylvia Orthof!!! Vida longa para suas histórias!!! Seguimos aprendendo. Hatuna Matata!!!
Outras informações no Blog do Firimfimfoca.